8 morts et 111 blessés dans la collision de deux trains à Rio

Au moins huit personnes sont mortes et cent onze ont été blessées lors de la collision de deux trains jeudi après-midi dans une gare de Nova Iguaçu, dans la grande banlieue nord de Rio de Janeiro.

"C'est une tragédie avec huit morts", a déclaré le commandant des pompiers, Pedro Marco. Le secrétaire d'Etat à la Santé de l'Etat de Rio, Sergio Luiz Cortes, a indiqué jeudi soir que le bilan des blessés était passé à 111, dont une dizaine dans un état grave. Les autorités estiment que le bilan des morts pourrait s'alourdir dans les prochaines heures.

Colisão entre trens deixa oito mortos e 101 feridos

O trem UP-171, com 400 passageiros a bordo, partiu da Central do Brasil, no Rio, com destino a Japeri

Um choque entre dois trens de passageiros da ferrovia Central do Brasil deixou ontem à tarde oito mortos e 111 feridos em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Uma das composições conduzia cerca de 400 viajantes e a outra estava vazia. Segundo a Supervia, concessionária que administra a estrada de ferro, o trem WP-908 atravessava da linha um para a linha dois, quando foi abalroado pela locomotiva prefixo UP-171. O acidente foi considerado o mais grave dos últimos seis anos.

O UP-171 partiu com os passageiros às 15h10 da estação Central do Brasil, no Centro do Rio, com destino a Japeri. O acidente ocorreu a cerca de 200 metros da estação de Austin, distrito de Nova Iguaçu, uma das últimas da linha. O choque foi tão forte que o último vagão do WP-908 descarrilhou.

Os dois primeiros vagões do trem de passageiros também saíram dos trilhos. Muitas pessoas ficaram presas às ferragens. O desastre ocorreu próximo a um portão de acesso à linha férrea. Moradores das redondezas correram para o local e socorreram as vítimas menos graves. Elas foram levadas de carro para hospitais das redondezas.

"Eu estava dormindo, mas de repente escutei aquele estrondo enorme, a poeira levantando e um clima de desespero. Depois que o trem parou, muita gente saiu correndo. Quando desci, vi coisas horríveis", contou Diana Gonçalves, de 53 anos, passageira do terceiro vagão.

Bombeiros de 15 quartéis seguiram para o local do acidente. Cerca de 60 bombeiros e 100 homens da Defesa Civil de Nova Iguaçu trabalharam no resgate dos passageiros. Uma equipe da coordenação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) fazia a triagem dos feridos.

O presidente do Sindicato dos Ferroviários, Valmir Lemos, disse que o acidente ocorreu por problemas na sinalização da via férrea: "Nós fazemos essa denúncia há anos: a manutenção da via férrea é precária. O acidente ocorreu por problemas na sinalização", afirmou.

O diretor de Operações da Supervia, João Gouvêa, disse que só após a perícia será possível identificar as causas do acidente: "Os dois maquinistas não faleceram e serão úteis para esclarecer o que houve. O laudo deve sair em 10 dias. Só então saberemos detalhes como a velocidade das composições", declarou. Apesar do acidente, os trens da Central do Brasil continuaram a trafegar normalmente. Apenas o ramal de Japeri ficou parcialmente interditado. (das agências de notícias)

Choque de trens mata 8 e fere 111 no Rio

A colisão aconteceu na Baixada Fluminense. Quinze estavam internados em estado grave ontem à noite

Nova Iguaçu,RJ. Dois trens se chocaram às 16h09 de ontem, a 200 metros da estação de Austin, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, num entroncamento de duas linhas. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, oito pessoas (seis homens e duas mulheres) morreram e 111 ficaram feridas. Desses, segundo os bombeiros, 15 estão em estado grave. Uma composição estava lotada, com cerca de 850 passageiros, e o outro trem estava vazio.

João Gouvêa, o diretor de operações da SuperVia, a concessionária de trens urbanos da região metropolitana do Rio, informou que os dois maquinistas dos trens, que sobreviveram, serão importantes para esclarecer as causas. O relatório deve sair em 10 dias.

 

O diretor disse que o maquinista que conduzia o trem com passageiros está ferido, mas o estado dele não é grave. Ele foi atendido pelo médico e assistente social da concessionária. O outro maquinista estava na parte dianteira do comboio e nada sofreu. “A Supervia vai dar toda a assistência possível a essas pessoas. A Supervia vai arcar com as despesas do funeral. No momento estamos preocupados com a questão dos nossos clientes e de seus familiares”, afirmou.

O instrutor de equitação Robson de Oliveira Mendes, de 44 anos, estava no terceiro vagão de um dos trens envolvidos no acidente. “O trem onde eu estava bateu no último vagão do trem que cruzou. Não deu tempo de ele passar por inteiro. Quem estava no primeiro vagão ficou muito ferido, preso às ferragens. Eu estava no terceiro vagão. Tentei ajudar as vítimas, mas tinha muita gente presa nas ferragens. Eu vi pelo menos um morto. Foi horrível”, disse.

O secretário de Saúde do Estado, Sérgio Côrtes se reuniu com o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, e com representantes da SuperVia na noite de ontem, no Hospital da Posse, para onde algumas vítimas foram levadas; O diretor da unidade hospitalar, Marco de Souza, também esteve presente. O secretário informou que as vítimas estão sendo atendidas também em vários hospitais do Rio de Janeiro.

“Estamos disponibilizando todo o aparato para que as vítimas e suas famílias tenham o melhor atendimento, sem transtornos ou complicações. O governo do Estado estará de plantão 24 horas até que todos sejam atendidos. É um momento crítico, mas que está sendo feito com total sucesso graças ao desempenho de todos”, disse o secretário.

O prefeito de Nova Iguaçu disse que todas as ambulâncias do município foram enviadas para o socorro das vítimas. Ele contou que a principal preocupação do município é dar o suporte aos feridos e mortos no acidente, que só depois poderá avaliar as conseqüências do acidente para a cidade.

HISTÓRIA

Maior acidente ferroviário no Brasil aconteceu em 1952, no Rio

Brasília. O último grave acidente com trens de subúrbio foi registrado em 28 de julho de 2000, quando nove pessoas morreram no choque de dois trens na estação de Perus, em São Paulo. A história recente dos transportes ferroviários no Brasil aponta ainda um acidente envolvendo trens aconteceu em 17 de fevereiro de 1987, em Itaquera, em São Paulo, deixando 58 mortos e 140 feridos. O desastre com o maior número de mortes no país aconteceu em 1952, no bairro de Anchieta, no Rio de Janeiro, com 90 mortos e 200 feridos.

No dia 25 de agosto deste ano sete vagões carregados com combustível saíram dos trilhos e tombaram em Ijuí (RS). De um dos vagões vazaram cerca de 54 mil litros de óleo diesel.

Em 23 de julho houve uma colisão de um carro com um trem deixando duas pessoas mortas e duas feridas em Arapongas (PR). O acidente aconteceu no centro da cidade. Já em 25 de março do ano passado um trem e um ônibus escolar se chocaram em Fortaleza, deixando nove mortos e 20 feridos. O ônibus atravessou o trilho no momento em que o trem se aproximava.

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