Não havia quem estivesse parado em meio à festa verde-amarela, na tarde de ontem. Na Avenida Beira-Mar, cerca de 30 mil pessoas, segundo a organização, participaram do encerramento da primeira fase da Campanha “Tô na Torcida”.

 

Acompanhados pelos sons das bandas Pimenta Malagueta, Balança Neném e Café Moído os foliões, juntamente com autoridades municipais e estaduais, uniram-se com o objetivo de que Fortaleza esteja entre as 10 ou 12 cidades selecionadas para sediar a Copa 2014.

 

De acordo com Naje Cavalcante, coordenador geral da campanha, a primeira fase da ´Tô na Torcida´ obteve resultados acima das expectativas.

 

Iniciado na última sexta-feira, o movimento organizado pelo Governo do Estado, pela Prefeitura Municipal de Fortaleza e mais 20 entidades arrecadou sete toneladas de alimentos não-perecíveis. No caso, eles foram trocados por 3.500 camisetas, entre as 5 mil disponíveis para o evento.

 

“Os alimentos serão distribuídos para entidades filantrópicas. Faremos um balanço nesta semana para começar as doações e traçar a continuidade da campanha, que só vai parar quando Fortaleza for escolhida sede da Copa”, diz Naje.

 

Para Ferruccio Feitosa, secretário de Esporte do Estado, os resultados da campanha mostram que os fortalezenses querem os jogos na Capital. Como destacou, a Copa é uma oportunidade para que o Ceará “apresente todo seu potencial para o Brasil”.

NO BOTECO - Torcida começou no sábado com feijoada

 

Na tarde de sábado, o Boteco sediou uma feijoada, com cerca de 700 pessoas, em prol da campanha “Tô na Torcida”. Com muita música, autoridades municipais, estaduais, políticos e a sociedade civil se confraternizaram na tentativa de trazer os jogos mundiais para a Capital cearense.

 

De acordo com Augusto Mesquita, proprietário do Boteco, se depender da animação do participantes, Fortaleza já será uma das10 ou 12 cidades que serão sedes da Copa de 2014.

 

Conforme a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, presente ao evento, a “Prefeitura Municipal não medirá esforços para Fortaleza estar entre as cidades escolhidas”, afirma.

 

Afinal, como ressaltou, por ser um evento de grande responsabilidade, a visibilidade para o município é maior. “Uma cidade nunca é a mesma após uma Copa pelo investimento, a infra-estrutura que se faz”.

 

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